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26.05.2022

ONG Prematuridade.com debate políticas públicas para o tema

No sexto evento em alusão à campanha Novembro Roxo, a ONG Prematuridade.com realizou o Painel de Políticas Públicas em Prematuridade, através de live que reuniu diversos profissionais para debaterem o assunto.

A atividade contou com a presença de representantes do Ministério da Saúde, das áreas do PNI (Programa Nacional de Imunizações) e da Saúde da Criança, do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, da ANS (Agência Nacional de Saúde), do Legislativo, terceiro setor e área sindical.

A coordenadora da saúde da criança e aleitamento materno do Ministério da Saúde, Janini Ginani, explicou sobre a complexidade que algumas regiões brasileiras enfrentam para dar
assistência de qualidade aos bebês prematuros e ressaltou a importância de discutir e criar ações para auxiliar esses estados.

Um dos assuntos abordados pela diretora do Departamento de Promoção de Dignidade da Mulher, da Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres, do Ministério da Mulher, Família
de Direitos Humanos, Elizabeth Maulaz, foi o projeto Mães Unidas. A iniciativa trata-se de rede de acolhimento para mães que estão em situações de vulnerabilidade social. Já a infectologista pediátrica e membro do PNI, Marcela Costa, explanou sobre a importância da imunização infantil em bebês prematuros.

O presidente do Sindhosfil (Sindicato das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do Estado de São Paulo), Edison Ferreira da Silva, apresentou cláusula dos hospitais filantrópicos, que
beneficiam as gestantes, promovendo um período de estabilidade de 60 dias no emprego, após a volta da licença-maternidade, inclusive em casos de prematuridade. Silva lembrou que o Sindhosfil está comprometido em cuidar desses profissionais. O painel contou, ainda, com a presença da deputada federal, Carmen Zanotto, da médica psiquiatra e mestre em Saúde Coletiva, Dra. Ana Paula Cavalcante e do advogado sanitarista, Tiago F. Matos, que ressaltou a importância da estabilidade empregatícia para as mães prematuras e levantou pautas de interesse público para a área da prematuridade.

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