12 de Fevereiro de 2026

Milagrinha Agatha

Sou uma mãe que foi alto risco desde o começo, pois tenho útero bicorno e fibromialgia, sempre tive medo de engravidar de novo, pois a minha primeira gestação já tinha sido alto risco, mas levei a gestação até as 31. Mas com Agatha achei que seria alto risco, mas não sabia o quanto. Logo no começo veio a diabetes gestacional. Com 20 semanas, no morfológico, foi mostrado que estava com perda de líquido amniótico, então comecei a ir toda semana para o alto risco, fazendo acompanhamento mais rígido do PCR e ultrassom. Com 28 semanas a minha pressão começou a elevar, e fui para o hospital. Chegando lá, veio a notícia que mais tinha medo: pré-eclâmpsia e bolsa rota. Fiquei internada durante um mês, com a pressão elevada, mas sem dar sinal. Tomei as 3 injeções para amadurecer o pulmão, sulfat ei 3 vezes para proteger ela e eu, mas com 31 semanas meus exames de sangue pioraram, e fui para a cesárea de emergência, dando à luz a milagrinha Agatha. Ela nasceu com 39 cm e 1 kg, pois estava restrita em crescimento. Ficou 57 dias em UTI e UCI, mas só tenho a agradecer a Deus e às enfermeiras que cuidaram de mim.

Responsabilidade do conteúdo por conta do autor, não reflete o posicionamento da ONG. Não nos responsabilizamos pela veracidade dos fatos.

Compartilhe esta história

Tem uma história de prematuridade para compartilhar?

Envie seu relato para gente e faça a diferença para quem precisa de palavras de força e esperança nesse momento.

envie sua história

Conheça outras histórias

Veja histórias por:

    Últimas Notícias

    Receba as novidades

    Assine nossa newsletter e fique por dentro de tudo que acontece no universo da prematuridade.