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A luta de Diego Henrique para viver

10/10/2014

“No dia 17 de agosto de 2013, a grande descoberta, após um aborto espontâneo no mês de fevereiro de 2012: eu estava grávida novamente. Depois de muita luta, nós conseguimos, Deus nos deu a benção tão desejada por mim e meu marido.

Dia 20 de agosto, ocorreu a primeira ultrassom e um grande choque. Pela segunda vez, a minha gravidez parecia que não ia evoluir, não aparecia o embrião, somente o saco gestacional. Os médicos disseram que seria impossível a evolução desta gravidez. Foi então que pedi oração ao Padre Cássio e, depois de 15 dias, fui repetir a ultrassom, e o que era impossível para os médicos, eu acreditei. Tive muita fé no poder da oração e foi quando Deus me permitiu acreditar que não existia o impossível para Deus.

Em 06 de setembro, a ultrassom mais esperada, e ali estava meu guerreiro, meu milagre, o impossível para os médicos, mas o possível para Deus: eu estava grávida sim, de 8 semanas e 4 dias.

E aí veio mais uma batalha. Eu precisava de um convênio médico, porque pelo SUS tudo era muito demorado. Pedi novamente oração ao Padre Cássio para o meu marido arrumar um emprego e, para a Honra e a Glória de Deus, o meu marido, naquela mesma semana, estava empregado e me trouxe a carteirinha do convênio particular.

Fui fazer uma ultrassom particular no dia 14 do mesmo mês. A vovó Dulce quem levou a mamãe e lá estava nosso príncipe, medindo apenas 3,5 cm, o coração batendo muito forte e o amor a partir dali já era fora do normal, era incondicional. A gestação estava de 10 semanas e 3 dias.

Passaram algumas semanas e ansiosos para saber o sexo do nosso neném. Não escolhemos, só pedimos para Deus que nos desse um neném perfeito e com muita saúde, mas nosso sonho sempre foi um menino. E então, no dia 29 de novembro, “parabéns, papai e mamãe, é um menino e está pesando 400 gramas”.

Passaram mais alguns meses e, em todas as ultrassons, estava tudo normal. Quando, de repente, na ultrassom de 36 semanas, com Doppler colorido, o Diego nos deu um grande susto, dia 15 de março de 2014: a minha placenta tinha envelhecido, o meu guerreiro estava abaixo do peso e havia parado de crescer. Minha médica disse que o meu supermercado havia falido, referindo-se a placenta.

No dia 17 de março, na consulta com a Dra. Ana Flávia, tivemos uma surpresa: “Pai e mãe, vocês vão conhecer o Diego hoje, pode já internar e fazer uma cesária de urgência”. O meu mundo desabou, entrei em desespero, mas, naquela mesma hora, pensei: “Tenho um Deus maravilhoso na minha vida que vai me dar essa vitória”.

Às 18h19min, do dia 17 de março de 2014, veio ao mundo o meu milagre, minha vida, meu filho, meu Diego, pesando apenas 1,560kg e medindo 41 cm. Quando vi o pezinho e ouvi seu choro, percebi que Deus tinha me dado a vitória que meu filho tinha nascido.

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Mas em seguida veio a triste notícia: “Mãezinha, o seu filho nasceu desnutrido e vai ficar uns dias aqui na Neo”. Meu Deus, não pensei nada, apenas “quero meu filho comigo em casa”. Mas Deus sabe de todas as coisas. Fui embora e o meu filho ficou por 25 dias na UTI Neo e mais 5 no quarto. Dias de muita angústia. Teve um grave sangramento no 5º dia de vida no intestino, mas Deus o salvou, mais uma vitória, né, meu guerreiro?!

No 19º dia foi quando carreguei o meu filho pela primeira vez no colo, foi uma emoção sem fim. Amamentei, passou uma semana e fomos para o quarto. Depois de mais 5 dias, viemos para casa, no dia 16 de abril, um dia antes dele completar um mês de vida.

Obrigado Deus por essa vitória, por me conceder esse milagre da vida, o meu filho, o meu guerreiro, o meu príncipe Diego Henrique Franco.”

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Danielli, mãe do Diego Henrique

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