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Pesquisa ajuda a evitar partos prematuros

13/01/2017 sem_titulo_R2tPTvp

Uma pesquisa no Hospital Universitário (HU) de Jundiaí (SP) investiga as causas dos partos prematuros. A pesquisa vem sendo realizada por médicos da faculdade de medicina e também em outros 16 hospitais universitários do país. Em 2016, 400 gestantes passaram por avaliações na unidade, 85 apresentavam colo de útero curto e receberam todo o suporte de graça.

Quando o colo do útero é curto, os pesquisadores colocam um anel para fechar e impedir que o bebê saia antes do tempo. A grávida também toma medicamentos como progesterona. Os números são positivos, já que a pesquisa teve início em janeiro de 2015 e de lá pra cá caiu em 44% o nascimento de prematuros no HU.

A Letícia Gonçalves foi uma das mamães que precisou usar uma espécie de anel chamado pessário para segurar a gestação. Ela entrou em trabalho de parto quando as pequenas Alice e Giovana tinham apenas seis meses. As gêmeas corriam risco porque ainda não tinham todos os órgãos formados. Com a colocação do anel, as pequenas ficaram mais dois meses na barriga da mamãe.

"Se não fosse o pessário eu não sei se as minhas filhas estariam aqui hoje e se estivessem, poderia ser com sequelas para vida toda", diz Letícia.

Maior causa de mortes

Segundo o médico obstetra Stéphanno Sarmento, a prematuridade é a maior causa de mortalidade na UTI neonatal. "A prematuridade tem fatores graves e hoje é a maior causa de mortalidade na UTI neonatal e a maior causa de sequela dentro dos bebês que nascem e que vão pra UTI neonatal", explica o obstetra.

Tabagismo, estresse, infecções nas mamães. Tudo isso ajuda pra uma criança nascer antes do tempo. No Brasil, 340 mil bebês por ano nascem antes de 37 semanas de gestação. As complicações para os bebês são grandes.

"Quanto mais prematuro um bebê nasce, maior o grau de comprometimento, indo de paralisia até dificuldade de visão, audição, fora o desgaste financeiro e o emocional que também é grande", destaca o especialista.

E é por isso que a medicina busca a redução dos casos de prematuros. "No início é tudo muito confuso, demora pra andar, pra engatinhar, o desenvolvimento é lento... Mas hoje elas superam minhas expectativas em esperteza, inteligência e alegria. Elas são tudo pra mim e pra nossa família", finaliza Letícia.

Confira a reportagem completa aqui.

Fonte da notícia: G1 (notícia original publicada em 02/01/17)
(Foto: Reprodução/TV TEM) 



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