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Pedro Augusto: forte como uma rocha e consagrado a Deus desde a barriga da mamãe

10/09/2017 Pedro Augusto.

"Uma gravidez desejada e muito abençoada por Deus teve que ser interrompida no dia 05 de março de 2016 quando minha pressão, que sempre foi baixa, subiu bastante. Parecia que minha cabeça iria explodir! Ao chegar à Santa Casa, uma notícia que jamais eu esperaria receber: a gravidez deverá ser interrompida. Pressão 20 por 12, grande risco para o bebê e para mim. Eu estava de 29 semanas. Havia muita ansiedade para conhecer o bebê, mas eu não esperava que fosse daquela maneira. Glorifico a Deus por não ter tido medo em nenhum momento devido à certeza de que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que o amam (Rm 8:28).

Quando o parto foi feito e vi, de longe, o tamanho do meu bebê, consegui entender a situação em que eu me encontrava. Não via a hora de poder levantar da cama e conhecê-lo de pertinho! Meu marido me disse: o Pedro é um gigante! Quando o vi de perto, percebi que realmente ele era um gigante. Seu peso: 915g, que logo passou para 890g. Chorei muito ao vê-lo tão frágil em meio a tantos aparelhos, e muitos não entendiam esse choro. Achavam que eu não tinha fé que ele ficaria bem. Se a Bíblia diz que até Jesus em sua vida terrena chorou (Jo 11:35), quem somos nós pra não chorarmos!

Na UTIn, o Pedro Augusto foi muito bem cuidado. Passamos por muitas intercorrências! E aqueles dias pareciam se arrastar. Aguenta coração! Três extubações, infecções, três transfusões sanguíneas, displasia broncopulmonar, e, por fim, refluxo. Sempre eu entrava no Prematuridade.com e lia as histórias de guerreirinhos e guerreirinhas, crendo que um dia eu também escreveria a história do Pedro.

A cada dia pude testemunhar da grandeza de Deus que nos sustentou e fortaleceu o Pedro. Dentro da UTIn, pude falar do amor deste Deus a quem sirvo e compreender seu propósito para conosco. Um momento que marcou: depois de mais de um mês de internação, pude pegá-lo no colo a primeira vez. Mamãe canguru! Eu chorava, tremia... sentimento inexplicável.

No dia 8 de maio de 2016, Dia das Mães, eu recebi um grande presente! O Pedro teve alta, após 2 meses e 3 dias na UTIn. Felicidade à qual não tenho palavras para descrever. Depois deste dia, para a glória do Senhor, foram só bênçãos!

Louvo a Deus todos os dias por ser mãe de um bebê tão lindo, carinhoso e especial! Com 11 meses e meio, já faz bastante bagunça! Glória a Deus! Não questione a Deus, ele sempre faz o melhor por nós! Seus planos e pensamentos são muito maiores do que os nossos. Não tente entendê-lo. Ele não perde o controle das situações! Ele é Soberano! A Bíblia diz que ele não nos dá um fardo maior do que possamos carregar (1 Co 10:13)."

(relato da mamãe Isabela Cristina Dias Costa, enviado em 2017)


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