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Maria Alice: presentinho divino

03/01/2018 Maria Alice.

"Desde que casamos, meu marido e eu planejávamos ter um bebê. Tentamos por anos de forma natural,mas nada! Fizemos tratamentos com hormônios e ainda assim sem sucesso. Decidimos deixar nas mãos de Deus e deixamos pra lá. Já estavamos conformados.

Descobri minha gravidez 4 meses depois de ter passado por um momento difícil da minha saúde, meses de internação e uma cirurgia. Eu já estava com 10 semanas e a felicidade tomou conta de toda família. Não podia acreditar que, depois de tantas lutas, a vitória! Porém, não foi uma gravidez tão tranquila. A princípio, nos deparamos com um descolamento de placenta, em que tive que fazer uso de medicamentos e repouso. Durante toda gestação, tive inúmeros sangramentos e a emergência era rotineira. Graças a Deus, o colo sempre fechadinho e ela estava bem. Ainda assim, seguiam os sangramentos, medo constante, desespero algumas vezes, noites em prantos, mas Deus sempre na frente.

No dia 04/07, com 30 semanas de gestação, entrei em trabalho de parto e, mais uma vez, estávamos na emergência. Eu já estava com 3cm de dilatação e a médica resolveu me internar. Entraram com medicação pra cessar as contrações e segurar meu bebê. Seguiram com corticóide pra amadurecer o pulmãozinho dela e repouso absoluto no hospital!

Três dias depois, no dia 07 de julho, ela não quis mais esperar e nasceu às 2h, de parto normal, pesando 1,485 kg e 42 cm. Já nasceu chorando e com coloração boa. Graças a meu bom Deus, minha filha estava bem e não precisou de respiração artificial. Foram vários dias de tratamento na UTI e as enfermeiras foram essenciais não só para minha filha como para mim também. Só quem passa dias na UTI neo sabe o que é viver na aflição: banho de luz, antibióticos, soro, sondas, ganha peso, perde peso, medo do que o médico vai dizer, entre outros.

Até que, no dia 8 de agosto, minha filha recebeu alta pesando 2,080kg e eu finalmente pude levá-la para casa. Nunca vou esquecer a terrível sensação de ter que ir pra casa de braços vazios.

Hoje, Maria Alice está com quase 3 meses de muita fofurice. Foi promessa de Deus que se cumpriu na minha vida e sou imensamente grata por esse presentinho divino!"

(relato da mamãe Vivian Lacerda, enviado em 2017)



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