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A solidariedade que se transforma em força para as mães de UTI

14/03/2014


O bebê, tão querido e esperado, nasce prematuro. Os pais, preocupados, precisam de apoio, não só técnico, da equipe da UTI neonatal, mas emocional, de pessoas que vivem essa mesma situação. Essa amizade, que nasce na maternidade, faz diferença na vida de muita gente.

Humanizar o parto, o atendimento médico… Tudo é importante para acolher quem precisa de atenção e mais segurança. O estresse de ir e vir da UTI neonatal para amamentar ou visitar um filho, sabendo que, no lugar de estar em casa, o bebê recebe os cuidados de uma equipe multidisciplinar, são sensações que podem ser amenizadas com atitudes simples e eficientes.

O que acontece na UTI neonatal é a união de famílias que compartilham da mesma situação delicada. A aproximação acontece de forma natural e rápida, com conversas, troca de informações sobre o parto, o nascimento e o estado geral do bebê.

Essa identificação acaba ajudando a trabalhar a angústia e transforma a solidão em solidariedade. O efeito do mútuo apoio é o fortalecimento do otimismo e do entendimento que aquela situação vai ser superada.

O melhor de tudo isso é que essa amizade, cultivada na UTI neonatal, traz benefícios à saúde do recém-nascido. A redução do estresse dos pais tem impacto positivo no bebê que, especialmente nessa fase, é extremamente sensível ao que acontece à sua volta.

Outro efeito natural, causado pela amizade entre as mães, é o envolvimento da equipe que cuida dos prematuros, que também acaba beneficiada por um maior equilíbrio, permitindo que toda a rotina de trabalho seja tranquila.

Na UTI neonatal, é comum que as mães se encontrem a cada três horas no lactário, para estimular a produção e extrair o leite materno. Essa amizade e as conversas que surgem durante o período também fazem bem ao processo de aleitamento que cada mãe vivencia.

Depois dessa etapa vencida, as mães vão para casa com seus bebês e a relação entre elas permanece, já que todos fazem aniversário na mesma época, havendo a troca de convites para a celebração, uma vitória de cada criança e desses pais que se uniram para superar um momento de muita provação e, ao mesmo tempo, de apoio e solidariedade.

Fonte: Blog da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal


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